Eduardo Caires: desastre mariana
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domingo, 25 de novembro de 2018

Você sabe o que é uma Due Diligence Ambiental?

Você sabe o que é uma Due Diligence Ambiental?

É um estudo que tem por objetivo quantificar e estimar a presença de passivos e riscos ambientais de uma determinada área. Essa análise leva em consideração a utilização ao longo do tempo, além de se basear em uma série histórica de fatores, como por exemplo, se houve a presença, estocagem, produção ou manipulação de produtos químicos, combustíveis, resíduos, efluentes, etc.

No procedimento de Due Diligence Ambiental determinam-se os níveis de possíveis contaminações no solo, água subterrânea, águas superficiais e demais compartimentos e estruturas. Como resultado, é possível verificar, por exemplo, se há algum índice de contaminação no ambiente que ofereça risco potencial aos seres vivos.

Essa avaliação é muito importante durante a aquisição de áreas, imóveis ou empresas onde se deseja saber se o local é adequado para um determinado projeto, além de ajudar a determinar se o preço pedido pela propriedade em questão é justo!

Isto garante que a concretização tenha segurança jurídica e do investimento pretendido, pois a valoração estipulada na Due Diligence deve ser considerada na avaliação do projeto.

Dessa forma, lhes proponho de forma clara e concisa as soluções e implicações da investigação realizada, os riscos envolvidos, a estimativa de custos de remediações.

Atenciosamente,

MSc. Eduardo Caires

Sou Biólogo, Mestre em Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente, especialista em recursos hídricos e avaliação de risco ambiental. Atuo com Consultoria Ambiental e Perito Judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo.
No setor de Meio Ambiente me consolidei nos seguintes tópicos: análises ambientais; avaliação da qualidade de cursos d'água, água para consumo humano; tratamento de efluentes (esgoto sanitário e industrial); gestão de resíduos sólidos; gerenciamento de áreas contaminadas; recuperação de áreas degradadas; valoração de dano ambiental; ecologia aplicada; mitigação de impactos ambientais e licenciamento ambiental.


domingo, 12 de agosto de 2018

BHP: acordo da Samarco e autoridades cria ambiente estável para reparações

Acordo assinado entre a Samarco, BHP Billiton, Vale, MP e órgãos dos governos federal, do ES e de MG, extinguiu ação de 20 bi de reais contra as companhias

São Paulo – A homologação na véspera pela Justiça de acordo entre Samarco e autoridades sobre modelo de governança para a reparação dos atingidos por rompimento de barragem da empresa em Mariana (MG), há quase três anos, cria um ambiente mais estável para o trabalho e as negociações em andamento, disse à Reuters executivo da BHP Billiton, uma das donas da mineradora.


O acordo, assinado em 25 de junho entre a Samarco e suas acionistas (BHP Billiton e Vale), Ministério Público e órgãos dos governos federal, do Espírito Santo e de Minas Gerais, extinguiu uma ação de 20 bilhões de reais movida contra as companhias.

O objetivo do acordo foi ampliar a participação das pessoas atingidas no processo de reparação dos impactos decorrentes do colapso da estrutura, que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o rio Doce, até o mar no Estado do Espírito Santo.

Em entrevista à Reuters nesta quinta-feira, o presidente das joint ventures não operadas da BHP Billiton, Bryan Quinn, afirmou que a medida foi “um passo muito importante que mantém a continuidade e a legitimidade dos esforços de compensação e remediação”, além de reforçar a participação das comunidades impactadas no processo e na governança em relação à remediação e à remuneração.

“O acordo de governança cria um ambiente legal e institucional mais estável para o trabalho e as negociações em andamento”, afirmou.

A Samarco prevê obter em 2019 todas as licenças necessárias para retomar sua produção de minério de ferro em Mariana (MG), onde uma de suas barragens de rejeitos se rompeu, causando a paralisação de suas atividades desde novembro de 2015, informou a empresa em nota à Reuters na terça-feira.

O executivo ponderou, no entanto, que ainda há muito trabalho a fazer e um longo caminho a percorrer em muitas frentes.

“Agora temos mais interessados envolvidos do que no passado, o que é positivo, mas também significa que a atividade nem sempre se move tão rapidamente quanto gostaríamos. É um processo complexo, envolvendo dimensões técnicas, legais, sociais e políticas”, disse.

Quinn reiterou ainda que a BHP continua a apoiar a Renova, instituição independente criada para reparar danos causados pelo rompimento da barragem, que tem recebido recursos das sócias.

https://exame.abril.com.br/negocios/bhp-acordo-da-samarco-e-autoridades-cria-ambiente-estavel-para-reparacoes/


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Cuidados com Betta Splendens

Fala galera boa noite.
Eu tenho percebido duvidas que muitas pessoas tem a respeito dos de como cuidar de seu "Bettinha", é quase sempre as mesmas queixas, que meu peixe sempre morre, como alimento ele, o que fazer, etc., e sempre explicamos o básico de como cuidar de um Betta, e dando uma rodada na net encontrei um artigo muito interessante e completo escrito por Silvia Parisi que se encontra neste link

http://www.webanimal.com.br/peixe/index2.asp?menu=peixe_betta1.htm

A unica coisa que eu adicionaria a este conteúdo que é uma coisa que faço com meus bettas é a adição de uma pitada de sal quando faço uma tpa (falarei dos benefícios do sal em outro post).

Espero que ajude, adicionei uma parte do artigo na integra abaixo.

"Betta Splendens é o nome completo do briguento peixinho que chega a medir até 10 cm, possui diferentes cores e cauda exuberante. Originário de regiões alagadas da Ásia, como Tailândia, China e Vietnã, o Betta adaptou-se para viver em condições mínimas de sobrevivência para um peixe. Em águas rasas, paradas e muito pobres em oxigênio, a espécie precisou modificar sua maneira de respirar, subindo à superfície.

Além das brânquias que realizam trocas gasosas, comuns a todos os peixes, eles possuem uma estrutura que lhes permite aspirar o ar da superfície e dissolvê-lo na corrente sanguínea. A região responsável por esse processo chama-se labirinto e é a forma mais importante de respiração do Betta. Por esse motivo, a espécie não necessita do aparato que outros peixes requerem para sobreviver em um aquário, como filtros, bombas de ar, etc.. O Betta pode sobreviver em um aquário menor, apenas com água, cascalho e uma pequena planta. O aquário não deve ser muito profundo, pois a todo o momento o Betta precisa subir à superfície para respirar. Se não conseguir fazer isso, o peixe morrerá. Embora muita gente afirme que o Betta possa ser criado em um vidro de conservas, convenhamos... Ninguém gostaria de viver num lugar tão pequeno. Procure dar uma boa condição de vida para seu peixe, sem que ele tenha que ficar confinado em um vidro de maionese.Alguns Bettas "suicidas" podem pular para fora do aquário. Para evitar que isso aconteça, prefira aqueles com tampa de vidro ou evite encher muito os aquários abertos.

A água do aquário não deve conter cloro. Isso é fácil de conseguir, bastando deixar a água de torneira descansar por 24 horas ou utilizar algumas gotas de declorificante adquirido em lojas de aquário, 30 minutos antes de utilizá-la. A troca da água deve ser feita a cada 15 dias (troca total) ou semanalmente (troca parcial de 50% da água do aquário), e nunca utilizar produtos de limpeza no aquário. O importante é causar o mínimo de estresse ao peixe.Os Bettas podem se alimentar com ração ou alimento vivo. A ração é muito prática e deve ser dada duas vezes ao dia em pequenas quantidades (3 ou 4 "bolinhas" por vez). O excesso de comida tornará a água do aquário suja, mudará sua acidez e o peixe poderá morrer. A artêmia é um minúsculo crustáceo que pode ser oferecido vivo ao Betta. É comprada em lojas de aquarismo e pode ser conservada em um recipiente plástico por até uma semana. Antes de oferecer o alimento, as artêmias devem ser pegas com uma rede bem fina e lavadas em água corrente para retirar o sal (são criadas em água salina). Um pequeno punhado delas pode ser oferecido ao Betta, duas vezes ao dia. Variar a alimentação é sempre uma boa coisa, até para os peixes.

Com esses cuidados simples, o Betta poderá viver até 3 anos!Se quiser cuidar um pouco mais de seu peixe, mantenha o pH da água 6,8 e 7,4 usando kits de correção de pH comprados em lojas de aquário. Com a acidez (pH) da água controlada, o estresse do peixinho será menor e ele viverá em melhores condições. A temperatura ideal para o Betta é entre 24 e 30 graus. A preocupação com a temperatura é maior no inverno e durante as trocas de água. Variações bruscas podem causar problemas. Lâmpadas ou termostatos, assim como um termômetro colado no vidro do aquário podem controlar a temperatura no inverno."

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Filtração, precisa ou não?

Filtração
Fala galera, hoje vamos falar sobre filtração, algumas vezes escuto pessoas quando
querem iniciar no aquarismo dizerem:
- “Moço eu quero um peixe que não precisa daquela bombinha”.
Se levarmos tudo ao pé da letra todos os peixes necessitam de uma filtração, pois o 
papel principal da filtragem do aquário é a eliminação de sólidos grosseiros (popular sujeira) 
e matéria orgânica (excreta dos peixes, restos de comida, etc.), e secundário com a movimentação da água causa a oxigenação da mesma sendo que o oxigênio 
atmosférico entra para água através de um processo chamado de Difusão.
Pois bem sendo assim como então os Anabatíndeos em geral, como betta’s, colisas,
tricogaster, paraíso, entre outros sobrevivem em aquários minúsculos sem a filtragem? 
Então, este grupo de peixes possui um órgão chamado de labirinto, parecido com o 
labirinto humano, porem possui apenas dois canais semi – circulares que são estruturas 
que ajudam na orientação espacial do peixe e também servem para armazenar o 
oxigênio retirado da atmosfera, porem isso não exclui a necessidade de uma água l
ivre de compostos tóxicos como amônia (NH4) e nitrito (NO2).
Voltando a filtração, nos filtros o processo acontecem em duas etapas:
1) Filtração mecânica: a filtração mecânica é o ato da limpeza da “sujeira” mesmo, 
vemos como exemplo, os refis dos filtros do tipo Hang On, costumam ter manta acrílica (perlon) com um pouco de carvão ativo que ajuda na remoção de alguns compostos químicos.
2) Filtração biológica: a filtração biológica é o processo no qual bactérias nitrificantes 
reduzem a amônia para o nitrato (NO3) que para plantas é macro nutriente e para os 
peixes só é toxico em altas concentrações, e devido a movimentação da água o 
nitrato de desprende da água para a atmosfera pelo mesmo processo em que o 
oxigênio entra para água.
Um fato que devemos nos atentar para a filtração biológica é o uso essencial de cerâmica 
ou argila expandida (muito usada em lagos, devido ao seu custo – beneficio), a porosidade 
desses elementos é o reflete em sua qualidade, pois os poros geram um local ideal para a
fixação e formação do biofilme das bactérias nitrificantes, eliminando assim a matéria 
orgânica presente no aquário e dando o aspecto cristalino desejado por 99% dos 
aquaristas do mundo, a cerâmica que uso e recomendo a da SERA o famoso Siporax, 
atualmente no mercado atual para min é a que melhor dá resultados e proporciona uma tranquilidade na eficiência da filtração.



quinta-feira, 24 de julho de 2014

Post Inicial

Crazy

Fala meu povo que é Louco por Peixe assim como eu sou, esse novo blog Crazy Fish sera de conteúdos voltados apenas para aquarismo, aqui tiraremos duvidas, derrubaremos mitos, discutiremos sobre os parâmetros ideais ao seu aquário, levando em consideração sua fauna, tudo isso com o intuito de você aquarista aprender mais e ficar louco como eu e muitos pelo mundo afora, neste hobby que é um dos mais prazerosos e gratificantes.

Valeu Galera...